Protesto anti-Renan atrai mais de 130 mil na web

Fora do Senado, baldes e vassouras. Dentro, articulações pró-RenanAtoAntiRenanAndreBirgesFolha
Sob o mote “Ficha Limpa no Senado: Renan Não!”, a ONG Rio de Paz recolhe na internet assinaturas de brasileiros contrários ao retorno de Renan Calheiros à presidência do Senado. Até as 18h35 desta quarta-feira (30), o manifesto já havia recebido a adesão de mais de 130 mil pessoas.

A ONG recorda no seu texto que Renan “acaba de ser denunciado criminalmente ao STF pelo procurador-geral da República” Roberto Gurgel. A despeito disso, “é o favorite para ser o próximo presidente do Senado”. O texto acrescenta: “Somente uma mobilização gigantesca pode impedir esta vergonha.”

Relembra-se, de resto, que Renan já foi presidente do Senado. “Em 2007, ele teve que renunciar após sérias denúncias de que um lobista pagava suas despesas pessoais, paralisando o Senado por meses.” O manifesto prossegue: “A denúncia agora é que para se defender daquelas acusações ele apresentou notas falsas.”

E arremata: “Após a aprovação da lei da Ficha Limpa e do julgamento do mensalão, o país precisa deixar claro que não aceita mais que a moralidade pública fique em segundo plano.” A mesma ONG que patrocina o manifesto virtual promoveu uma instalação higiênica defronte do Senado nesta quarta.

Cerca de 20 manifestantes acomodaram, em formato de cruz, 81 baldes e vassouras no gramado do Congresso. Tentaram “lavar” a rampa que dá acesso ao Legislativo. Mas os seguranças impediram. Do lado de dentro do Senado, Renan já redige até o programa de sua presidência de dois anos.

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Lojistas e usuários do Calçadão da Antonio Agú reclamam da recente reforma feita no local

calçadão

Segundo vendedores e lojistas do calçadão, a área alaga frequentemente. “Essa região é mais baixa e a água que já escorre para cá enche as galerias”, conta a vendedora Nilde Dias. Morador do bairro há 54 anos, Roberto dos Santos afirma que a obra foi mal feita e as enchentes é um perigo eminente. “As galerias são estreitas e enchem rápido”. Vagner Francisco Rala, de 45 anos, é cadeirante e comerciante do calçadão. Ele disse que as obras estão apenas em volta das galerias. “As enchentes são um dos maiores problemas do calçadão e problema não foi resolvido”, afirmou.

Uma das principais reclamações dos usuários foi à retirada dos bancos que segundo eles auxiliava grávidas, deficientes físicos e idosos. A RC TV conversou com vários comerciantes e pessoas que transitam pelo local e a insatisfação é geral.

Marcos Arruda, novo Secretário da Sica, afirmou em entrevista recente ao “Diário da Região” sua total insatisfação. “Eu estive lá e acho aquilo um lixo e não tenho dificuldade nenhuma em falar isso”. “O construtor que fez aquilo tinha que quebrar tudo e fazer tudo novamente porque ficou horrível e é uma irresponsabilidade de quem fez”, desfechou Marcos Arruda.

“Se minha mãe que é analfabeta passar ali ela vai perguntar: quem fez esse lixo? Está todo trincado, mal feito, o esgoto não foi feito a tempo e o empresário que fez, se recebeu, não tinha que receber, tinha que pagar. Tinha que fazer de novo. Isso prejudica a vida na cidade”, reclamou.

Lapas prometeu providências. “Como que um cadeirante anda em um negócio desse? Eles também não fizeram o que deveria ter feito para os dias de chuva, porque nunca teve enchente aqui e agora tem. Na verdade vai ter que fazer de novo e o Lapas já demonstrou que as coisas vão mudar”, finalizou.

A História do Calçadão da Antônio Agu

Mara Danusa

A transformação de parte da Rua Antônio Agu em “calçadão” surgiu no 1º mandato do prefeito Francisco Rossi (1973/77). A intenção era instalar um shopping ao ar livre, transformando a Antônio Agu em um grande centro de compras. A primeira alternativa veio com o “fechadão”. A prefeitura asfaltou a rua e colocou em frente à estação de trem, três grandes tubos de cimento, que serviram como floreiras.

Naquela época, apesar da concentração de comércios, a rua servia de ligação entre o Largo e a Avenida dos Autonomistas. Assim, ao invés dos veículos subirem pela João Batista, seguiam pela Antônio Agu. Só que o tráfego intenso colocava os consumidores em risco, já que as calçadas eram estreitas.

O “fechadão” ocupava desde a Praça Antônio Menck até a Rua República do Líbano. Um trecho pequeno para os dias atuais. Hoje, o Calçadão ocupa mais três quadras, até encontrar com a Avenida Marechal Rondon.

Nova Transformação

Depois do primeiro mandato do prefeito Francisco Rossi, os lojistas e consumidores foram consultados sobre a vantagem do “fechadão” ser expandido. O impasse sobre a nova intervenção durou nove anos.

Tão logo o economista e comerciante Nichan Nergisian assumiu a presidência da Aceo (Associação Comercial e Empresarial de Osasco), os lojistas propuseram transformar a principal rua de comércio da cidade em “calçadão”. Os objetivos eram evitar os atropelamentos e também acabar com a poluição.

“A idéia dos lojistas era de que a Rua Antônio Agu, do Largo Antônio Menck até a Avenida dos Autonomistas, fosse um grande shopping a céu aberto”, conta Nichan. Porém, ao consultar novamente a categoria para capitalizar recursos, os comerciantes, estabelecidos nos quarteirões acima da Avenida Marechal Rondon, não acreditaram que eliminar o tráfego de veículos aumentaria o fluxo de consumidores. “Por isso, o Calçadão termina na esquina da Rua Dante Batiston”, explica.

Já em 3 de setembro de 1985, o então prefeito Humberto Carlos Parro, através do antigo EPO (Escritório de Planejamento de Osasco), reuniu-se com o presidente da Aceo para apresentar um projeto e os custos da obra. A Aceo chegou a formar a comissão Pró-Calçadão, integrada pelos comerciantes Manuel Manug Kouldkjian, Nichan Nergisian e Pedro Seferian, encarregados de colher informações e buscar financiador de parte dos custos das obras.

No Natal daquele ano, a prefeitura chegou a fazer uma experiência, autorizando o “fechadão”, entre o Largo Antônio Menck e a Rua Dante Batiston. A medida facilitou muito as compras de Natal.

Mesmo assim, o projeto de expansão não vingou. Em janeiro de 1986, a comissão ainda não tinha integralizado o valor total das obras correspondente aos comerciantes. Isso porque, muitas lojas tinham sede fora do município, o que tornava a adesão à obra ainda mais difícil, mesmo que os lojistas contassem com financiamento do Banco Nossa Caixa.

Para as obras de construção do Calçadão, a prefeitura construiu a galeria de água pluvial. Além disso, as redes de energia e telefonia passaram a ser subterrâneas. A prefeitura fez ainda a rede de água e esgoto, e trocou o calçamento para lajotas nas cores branco, preto e verde.

Depois de muitas conversas, acertos, financiamentos e obras, o primeiro trecho, que conta com 283 metros entre a Rua Fiorino Beltramo e o Largo Antônio Menck, ficou pronto. Ele foi inaugurado no dia 1º de novembro de 1986.

Fonte: Câmara Osasco

 

Indenização por danos morais às famílias de mortos em Santa Maria pode passar de R$ 78 mi, diz especialista

Envolvidos no incêndio em boate ainda podem receber por danos materiais

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As famílias dos mais de 230 mortos no incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), podem receber indenização por danos morais de mais de R$ 78 milhões. A estimativa, feita por Leonardo Amarante, advogado especializado em responsabilidade civil, considera que o caso deve ser concluído no STJ (Superior Tribunal de Justiça).

— Sendo assim, o juiz irá arbitrar. No caso de morte, o STJ tem dado na faixa de 500 salários mínimos.

Dessa forma, as 231 famílias de mortos na tragédia — registrados até a noite de segunda-feira (28) — receberiam cerca de R$ 339 mil cada. Além disso, cabe ainda a indenização por danos materiais. Segundo Amarante — advogado que representou as famílias de mais 60 vítimas do acidente aéreo com o voo 1907 da GOL, ocorrido em 2006, e familiares de dez vítimas do voo 447 da Air France, de 2009, — ainda não é possível calcular esse valor.

— No momento, não tem com precisar valores. Em um caso como esse, onde a maioria das vítimas era estudante, a gente teria que ver a data que cada um ia se formar e a partir dai calcular a indenização com base no possível salário mínimo da atividade profissional que eles desenvolveriam, além de verificar a situação específica de cada um, se eles sustentavam alguém, se já tinham filho, se ajudavam os pais.

A professora de responsabilidade civil da escola de Direito da FGV (Fundação Getulio Vargas), Flávia Portella Puschel, explica que, com base nas informações iniciais apuradas até agora, os sobreviventes do incêndio (segundo o Governo do Rio Grande do Sul, 129 pessoas estavam hospitalizadas) também podem entrar com ações na Justiça.

— Tanto os feridos quanto as famílias dos mortos têm direito à indenização a ser paga pela casa noturna, considerada fornecedora, conforme o Código de Defesa do Consumidor e, assim, responsável por danos decorrentes da falta de segurança na prestação de serviço. Esta indenização é tanto por danos materiais, quanto morais. Incluem-se gastos com tratamento médico, funeral, a perda de renda devida aos ferimentos e à morte e danos morais.

No entanto, não é só a casa noturna que pode responder pelo incêndio. As vítimas da tragédia de Santa Maria podem entrar com ações contra outros envolvidos, como explica Adriano Ferriani, professor e chefe do departamento de direito civil da PUC-SP.

— Todos que contribuíram para o evento são responsáveis de maneira solidária, o que significa que as vítimas podem cobrar de qualquer um. Agora, sem a conclusão das investigações, podemos dizer que um dos responsáveis são os donos da casa de show, mas haveria também a responsabilidade da banda e dos integrantes, e precisa averiguar a responsabilidade do poder público em autorizar o funcionamento de uma casa que, aparentemente, não estava regular.

Fonte: R7

 

Encontro Nacional de Prefeitos aquece o mercado do sexo em Brasília

senado-prostitutas

Prostitutas de luxo prometem “reforçar os trabalhos” na próxima semana

O Encontro Nacional de Prefeitos, que acontecerá entre esta segunda-feira (28) e o dia 30 de janeiro, deve aquecer o mercado de Brasília nos próximos dias. E o mercado de sexo não deve ficar de fora.  Ao menos essa é a expectativa de prostitutas e empresários do setor, além de comerciantes de outros serviços, como locadoras de veículos. Todos garantem que em anos anteriores, esse tipo de evento, que reúne uma quantidade muito grande de pessoas, impulsiona o mercado local de uma forma geral.

Para algumas prostitutas, em especial as de luxo, o público que estará em Brasília nesses dias tem alto poder aquistivo e poderá pagar mais pela hora do programa. Elas garantem que existem muitos homens sozinhos neste tipo de encontro.

O evento, coordenado pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, deve reunir cerca de 20.000 pessoas, entre políticos, assessores, empresários e prestadores de serviço. Para as profissionais do sexo, esse momento é um “prato cheio”.

A primeira recepção do Governo Federal aos novos prefeitos aconteceu em 2009. A realização do evento integra as ações de apoio federal à gestão local e ao fortalecimento do diálogo direto entre União e municípios.

A acompanhante de luxo Bruna*, de 29 anos, cobra R$ 400 pela hora do programa e garante que a próxima semana será de bastante serviço. Recentemente, a jovem trocou as próteses de silicone, fez tatuagens em posições estratégicas do corpo e está terminando um curso de Inglês na intenção de se capacitar para receber o público durante a Copa das Confederações, este ano, e no Mundial de 2014.

Profissional do sexo há 14 anos, Bruna* disse que pelo menos uma vez por semestre, períodos em que encontros normalmente acontecem no Distrito Federal, a agenda dela fica lotada durante toda a semana com atendimentos a políticos e assessores. Por conta dessa experiência, a acompanhante de luxo conseguiu formar uma carteira de clientes fiéis que sempre a procuram quando estão na cidade e reúne uma série de histórias que quase sempre são mantidas em segredo.
— Tem um político conhecido nacionalmente, muito querido pelo povo, que sempre me procura. Ele é de outro estado, casado, tem filhos e vive aqui em Brasília. O problema é que sempre que vem ele pede para que eu chame um amigo travesti, também de luxo, para participar do programa.

Para esses políticos que querem ser mais discretos, o atendimento é feito em domicílio. Bruna* relatou que eles alugam flats, onde descansam nos momentos de folga, e pedem para que ela vá até lá para fazer o programa. O procedimento para entrar, porém, costuma ser burocrático. A acompanhante não pode levar a bolsa e é revistada por um segurança particular, porque é proibido filmar, gravar ou usar de qualquer outro meio que possa colocar, de alguma forma, a imagem pública do político em xeque.

— É uma garantia que eles têm. Só entro com a roupa do corpo e nada mais. Pagam bem, faço o que eles querem, mas a maioria dos atendimentos é assim. Para os que não se importam, mantenho alugado um apartamento no Sudoeste que uso só para receber meus clientes. Meu marido, meus amigos e família não sabem da existência do imóvel.

Bruna* disse ainda que quando há grandes eventos na cidade, com o encontro de prefeitos, o mercado do sexo fica tão aquecido na capital federal que faltam garotas de programa. Por isso, ela e outras amigas mantém contatos com acompanhantes de luxo de regiões do Entorno do DF que são acionadas quando há demanda. Elas são “importadas” com uma certa frequência e ficam com os políticos e/ou assessores enquanto for necessário, com tudo pago, inclusive as passagens de ônibus de ida e volta.

Casas de show e pubs

No entanto, não são todos os políticos que se preocupam com a discrição. Alguns lotam as principais casas de shows e pubs da capital federal com amigos e acompanhantes em “happy hours”. O dono de uma empresa responsável por alugar vans para esse tipo de ocasião, Gilberto Menezes, confirmou que o mercado do sexo fica bastante aquecido durante esses eventos políticos.

Ele explicou que prefeitos, vereadores, deputados e assessores alugam as vans dele e os motoristas ficam por conta. A preferência é por duas casas de shows no Sig (Setor de Indústrias Gráficas) e um pub que fica dentro de um hotel de luxo na Asa Sul, área central de Brasília.

— Esses são os lugares onde os políticos que não se preocupam muito com a exposição frequentam com as respectivas acompanhantes.

Economia movimentada

Durante esses encontros, a economia do Distrito Federal, de uma forma geral, fica mais movimentada. O dono da locadora de vans, por exemplo, fica com todos os carros e motoristas ocupados nessas épocas e garante que além do mercado do sexo ficar bem agitado, empresários do setor hoteleiro, donos de restaurantes, boates e até mesmo os taxistas lucram bastante.

— Fica tudo bem agitado, há muita movimentação de dinheiro nessa época.

* Nome fictício a pedido da entrevistada

Fonte: R7

Veterinária é encontrada morta a pancadas dentro de casa no Paraná

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Uma veterinária de 26 anos foi encontrada morta a pancadas dentro de casa na noite sexta-feira (25) em Guarapuava, na região central do Paraná. Segundo a polícia, o principal suspeito é o companheiro dela, que foi preso depois de chamar o resgate e nega ter participado do crime. O corpo da vítima foi velado na manhã deste sábado (26).

O suspeito de 39 anos disse para a polícia que saiu para trabalhar no pet shop, que era de propriedade da vítima. Na versão dele, quando chegou do trabalho encontrou a mulher agredida e tentou chamar o resgate, mas ela já estava morta. Relatos de pessoas próximas à vítima, contudo, apontam para uma crise no relacionamento e a possibilidade de separação.

“Ele vinha ameaçando ela já, e viviam discutindo meio que frequentemente. Ela pediu a separação para ele e ele não quis aceitar. Até que ele falou que se fosse para separar, ele preferia ela morta”, contou uma testemunha que não quis se identificar. O casal vivia junto há cinco anos, após terem se conhecido pela internet.

A polícia segue investigando as circunstâncias do crime.

Fonte: G1

Valdemiro Santiago compra canal de TV CNT

Logo_CNT

Na última semana circularam pela internet várias informações sobre a venda do canal CNT para a Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada pelo apóstolo Valdemiro Santiago.

No final de 2012, ele teria tentado comprar (por R$ 600 milhões) a Rede 21, canal do Grupo Bandeirantes do qual arrenda 22 horas da sua programação, mas as negociações não avançaram.

A IMPD também teria negociado com a Rede TV e a MTV Brasil, mas nada foi confirmado.  A igreja aluga horários na programação da Band e da Rede TV, atualmente. Segundo o site RD1, do portal IG, Valdemiro agora estaria finalizando a compra da Rede CNT, com sede no Rio de Janeiro. O canal já alugava parte da programação para programas religiosos.

A emissora não confirma a venda. Porém, pessoas ligadas afirmam que a emissora tem uma dívida de R$ 100 milhões e com dificuldade para encontrar anunciantes, já que não chega a 0.2 pontos de audiência. A crise da CNT começou há 2 anos e a igreja teria oferecido um valor perto dos R$ 500 milhões.

Um dos rostos mais conhecidos da emissora, a jornalista Salete Lemos, que apresentava o “CNT Jornal”, foi demitida sem que nenhuma explicação fosse dada.  Segundo relatos, outros 30 funcionários da emissora foram demitidos, dentre eles toda a equipe de jornalismo da CNT em São Paulo.

Segundo o site Radio Verdade, até o fim de janeiro tudo estará definido: a emissora pode ser vendida ou simplesmente arrendada para a igreja.  Em principio, os programas que não dão audiência sairiam da programação, permanecendo apenas os jornalísticos e o “Balanço Esportivo”. Com informações de Gazetaweb, RD1 e Radio Verdade

Central Nacional de Televisão, mais conhecida por CNT ou Rede CNT, é uma rede de emissoras de televisão brasileira, fundada em 15 de março de 1979 como TV Tropical

. Passou a ser em 1992 uma rede nacional, denominando-se OM Brasil. A partir de 1993 muda Para a sigla CNT e desde 2011

Passou a utilizar a assinatura “Rede CNT”. Foi fundada e dirigida pelo empresário e político José Carlos Martinez até sua morte em 2003

.Sua sede está localizada em Curitiba, no Paraná, porém a geradora da rede fica na cidade de Americana, no estado de São Paulo. Além disso, conta com sucursais localizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro,LondrinaSalvador e Brasília. A empresa faz parte do grupo empresarial Organizações Martinez e é presidida atualmente pelo empresário paranaense Flávio de Castro Martinez.

Fonte: Facebook – TV CNT

Pesquisa diz que Redes Sociais são mais perigosas que sites pornográficos

Facebook Friendly Marketing

 

Foto: Portal das noticias

Em uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab, 21% dos links maliciosos presentes na Internet estão hospedados em redes sociais, contra 14% que estão disponibilizados em sites de conteúdo adulto. Segundo o estudo, sites como FacebookTwitter e Google+ tornaram-se uma arma em potencial para os cibercriminosos, pois, quanto mais popular, maior a possibilidade da criação de links maliciosos para serem propagados pela rede.

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kasperskyAnálise do Kaspersky Lab aponta os top 20 sites com links maliciosos (Foto: Reprodução)

A maioria dos links maliciosos encontrados pelos analistas da Kaspersky Lab em redes sociais estão no Facebook e em seu clone russo, o VKontakte, tornando as redes sociais o terceiro lugar no ranking de maior ameaça de redirecionamento para links perigosos.

O vencedor de maior disseminação de malware é o YouTube, que abriga atualmente 31%  dos links maliciosos. Os serviços de busca, como o Google, ficam em segundo lugar com 22%, onde é realizada manipulação de resultados para o redirecionamento a links maliciosos.

Fonte: techtudo