Alta carga tributária é reflexo do inchaço da máquina pública em Osasco

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A alta carga tributária municipal, que pesa no chamado custo, tem correlação direta com a corrupção e o inchaço da máquina pública

Para começar essa análise, juro que adoraria ver um cenário otimista com indicação de taxa de crescimento do PIB na casa dos 7 ou 8%, inflação real abaixo dos 3%, brasileiros investindo mais e com menor endividamento,… Seria ótimo!!! Mas não esqueçam que estamos falando de Brasil. Temos ainda uma verdadeira faxina moral para ser feita para podermos falar em crescimento sólido. Um bom início para os brasileiros é centrar esforços para reduzir o peso da corrupção, do inchaço da máquina pública e da incompetência, que corroem o país desde o seu descobrimento.

Em Osasco a situação é complicada!
Município ineficiente. Isso significa a criação de mais mecanismos, que refletem no aumento da arrecadação por meio de impostos para fazer a máquina pública girar. Com um custo cada vez maior para produzir, os produtos perdem diante da concorrência das cidades vizinhas. Com este cenário, as mais prejudicadas são as empresas privadas que geram empregos e é claro a população osasquense que reclama da aumento do IPTU de 30%, sobretudo a falta de investimentos nas coisas mais básicas como: saneamento básico, recapeamento de ruas e limpeza da cidade que nos últimos meses não têm acontecido com frequência.

Para mudar essa triste realidade na cidade, é preciso que o quadro do funcionalismo público seja enxugado. Além disso, a criação de um mecanismo de transparência que permita acompanhar o destino dos impostos é também uma solução viável.
Essas ações podem levar a uma redução significativa da corrupção, que tende a refletir em desoneração do município e menor custo tributário às empresas.

E para piorar, as projeções apontam para crescimento, mas bem modesto diante do potencial. Para o Governo Federal a aposta é de 4,0% de crescimento para o PIB. Para alguns especialistas do Brasil e exterior esse crescimento não passará de 1,5%. Importante recordar que as previsões do Governo para o PIB em 2012 apontavam crescimento de 4,5% e obtivemos 1,5%.
Mesmo com uma projeção de 4,0%, o Brasil apresenta junto com a Rússia a menor expectativa entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e uma das menores da América do Sul.

Projeção de Crescimento do PIB por país em 2013 (%). *(Fonte: FMI – Fundo Monetário Internacional)

Brasil – 4,0 %
Rússia – 3,8 %
Índia – 6,0 %
China – 8,2 %
África do Sul – 7,0 %

Até o momento temos intenções e planos para a administrativa, tributária, previdenciária e política. Mas como diz o ditado, “de boas intenções o inferno está cheio”. Na educação houve um aumento do orçamento (maior fatia do PIB), mas nada sólido para melhoria da qualidade do sistema educacional. Não quero nem aprofundar sobre educação no Brasil pois estamos em janeiro, sendo esse um mês pesado para impostos, de matrícula na escola dos meus dois filhos e compra de material escolar. Como gostaria que o Brasil tivesse um ensino público decente.

Por fim, esperamos que o governo de Osasco responda de maneira eficaz a esse péssimo cenário que se inicia. Imposto alto, empresas saindo de Osasco e população cada vez mais insatisfeita.

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