Famosos e a drogas, um fim sempre trágico!

morreu

Eles eram famosos e grandes cantores da música nacional e internacional. Apesar de estarem em um universo musical distinto, tinham algumas coisas em comum: eram grandes cantores (as), viviam de forma agitada e todos morreram precocemente pelo uso abusivo (overdose) de drogas e álcool ou em consequência deles.

O que leva um artista consagrado como Michael Jackson, Elvis Prasley, Elis Regina, Cassia Elen, Amy Winehouse, JIM Morrison, Kurt Cobain, Jimi Hendrix, Raul Seixas, Whitney Houston, Cazuza e o mais recente Chorão da banda Charlie Brown Jr. se acabarem nas drogas?

Pelas notícias diárias a gente percebe que é um mal da sociedade, incentivado pela sociedade que reclama e um exemplo a ser seguido pelos mais fracos e inconsequentes. Bebida alcoólica também é droga. E desde moleques estas gerações mais recentes se acostumam a se acabar com isso para fazerem parte de um grupinho doente.

Eu acredito que do mais pobre e anônimo ao mais rico e famoso tenham diversos motivos (nem sempre justificáveis) para se entregarem aos vícios, mesmo sabendo de suas consequências. Dentre estes motivos um que sobressai é o vazio interno, existencial. A perda do amor próprio e a busca por sensações fúteis alimentadas pela ilusão. Isso aliado a uma imaturidade emocional e espiritual e da decadência moral que se enterram valores que evitariam tamanha degradação.

O que cada um faz de sua vida não é da nossa conta, mas quando isso interfere na vida alheia começa a ficar perturbador e a sociedade tem que ser responsabilizada pela sua situação. Ela tem que trazer os valores morais de volta e não aplaudir o inverso e pregar a hipocrisia e demagogia.

Li que num reality show a produção realizou um espetáculo regado à bebidas tudo estimulando a cenas comprometedoras, que passaram dos limites. Isso tudo tem audiência e é encarado como normal. É a decadência da nossa raça.

Não prego com isso o conservadorismo, nem o cabresto religioso. Prego coerência, inteligência e responsabilidades. Para todas as ações, há reações – nem sempre a curto prazo, mas tem.

Chorão era viciado em cocaína e saiu de casa “para viver o vício”, diz parente

VÍCIO EM COCAíNA

Aos 42 anos, Chorão estava separado há alguns meses da mulher, a estilista Graziela Gonçalves, com que ele estava casado há quinze anos. E ao contrário do que está sendo divulgado, a separação do casal não durava seis meses ou era definitiva – eles permanecem casados legalmente. “Ele deixou a casa deles em Santos por conta de seu vício em cocaína, que ela não aceitava. Chorão queria viver o vício, essa é a triste verdade“, conta a fonte, explicando que Graziela pediu diversas vezes ao marido para tratar-se. Uma tentativa de internação em uma clínica de reabilitação teria sido feita por ela, mas ele se recusou a ir – “O vício dele em drogas foi o que o afastou do casamento”. Procurada pela reportagem do E!, Graziela não foi encontrada para comentar as declarações.

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