Em busca de parcerias, Rede Social de Osasco promove encontro com secretários da região oeste

IMG_6006Rafael Alves, idealizador da Rede Social de Osasco

Aconteceu na manhã desta quarta-feira, (24/05), na sede da Cioeste (Consócio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo, um encontro com secretários da região oeste de São Paulo. A Rede Social de Osasco é um coletivo que busca unir, fortalecer, organizar o 3º setor na cidade de Osasco com a proposta de levar o projeto também para outras cidades em busca de parcerias e difundir a pratica do coletivismo.

IMG_6005Mauro Sergio, diretor de comunicação da Cioeste e presidente da Amecom Regional

Maurinho como é conhecido na região, acredita que o sucesso do Coletivo osasquense pode ser repetido em outros municípios da região. “Eles trouxeram várias pessoas com experiência que deu certo, a ideia é expandir para outros municípios, é importante a divulgação, a comunicação tem um papel fundamental”, disse Maurinho.

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O encontro foi organizado pelo diretor de comunicação da Cioeste e presidente da Amecom Regional, Mauro Sergio, que conseguiu reunir alguns secretários da região para mostrar a importância de apoiar projetos sociais que visem ajudar pessoas em situação de rua.

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Essa primeira reunião com Secretários Municipais de Assistência Social da Região Oeste teve a intenção de aproximar os gestores no intuito de expandir o projeto para outras cidades e ajudar os municípios em projetos sociais.

Ao todo, são 8 municípios: Osasco, Carapicuíba, Itapevi, Jandira, Barueri, Cotia, Santana do Parnaíba e Pirapora do Bom Jesus. Conforme Rafael Alves, idealizador da Rede Social de Osasco, o projeto social colabora também com soluções de problemas estruturais nos municípios. “Não é uma ONG, não tem um CNPJ, por exemplo. Somos um grupo de pessoas que resolveram fazer o bem pela sociedade e pela nossa cidade. Se toda a sociedade se mobilizar, podemos fazer algo. As pessoas de cada bairro podem identificar os problemas do local, por exemplo, e propor ações para tais problemas”, afirmou Rafael.

IMG_6045Davi Cunha de Oliveira, palestrante –  ABRASSAE – Associação Brasileira da Saúde em Estudo

O primeiro evento da Rede Social de Osasco foi o Mutirão do Bem, realizado em 20/2, na zona norte. A população contou com atendimento público de qualidade em diversos serviços sociais gratuitos como: avaliação de saúde bucal; testes de glicemia e aferição de pressão arterial; atendimentos com psicólogos; atualização de vacinas de hepatite e tétano para adultos; 1ª via de CPF e RG; emissão de carteira profissional; orientação jurídica; esclarecimento de dúvidas sobre aposentadoria e benefícios previdenciários; fotos 3×4 para documentos; orientações previdenciárias sobre o INSS; encaminhamento a programas do Governo; orientações para serviços e benefícios de assistência social; divulgação dos serviços prestados pelo Centro de Referência da Mulher Vítima de Violência (CRMVV) e o Centro de Referência Especializado de Serviço Social (CREAS); assessoria jurídica e acolhimento de denúncias; orientação religiosa, orientação para crianças e adolescentes, área para recreação infantil; área para a prática de esportes, entre outros.

IMG_6005Suzete Souza Franco, Secretaria da Assistência Social de Osasco

Parceira da Rede Social de Osasco, Suzete Souza Franco também prestigiou o encontro e falou da importância de levar o projeto que deu certo em Osasco para outras cidades da região, sobretudo destacou o apoio do terceiro setor nesta empreita do bem. “O Terceiro setor e a sociedade civil colabora com as ações que são de extrema vulnerabilidade social, essa abertura da Cioeste para trabalhar a região, que são assuntos que permeiam todos os municípios, principalmente esse da grande oeste. Hoje nós temos condições de conseguir implementar ações na região que vai beneficiar a todos”, afirmou Suzete grande apoiadora deste projeto em Osasco.

IMG_6052Daniel Takaki, diretor da Nippak

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IMG_6068Jotta Ribeiro, presidente do Arte na Lata e fundador do projeto

O grupo Arte na Lata é um Programa que desenvolve um trabalho musical através dos seus instrumentos alternativos a partir das sucatas como: tambores, diversos tipos de latas, colheres, chapas de raios-x, canecas, garrafas PET, tampinhas de garrafas, canos de PVC, Pregos, Garrafas de vidro alem do desenvolvimento com sons do corpo e uma banda formada por um baixo, guitarra, violão, cavaquinho e D.J, que enriquece suas apresentações, realizadas com letras próprias  de Conscientização do meio ambiente, Sexo Seguro, Não ao uso de  entorpecentes  dentre outras. Os ritmos tocados pelo grupo são de origem Especifica da Cultura de nosso País como o samba rap, funk, Drum base, baião, toques de carnaval, dentre outros.

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Jotta Ribeiro, um dos maiores artistas deste país também marcou presença neste importante debate de ideias e futuras parcerias. Criador do projeto social Arte na Lata com mais de treze anos de história e, com reconhecimento internacional, Ribeiro falou do crescimento do terceiro setor e a importância de ajudar projetos sociais. “O terceiro setor está muito forte, com os instrumentos atendemos os bairros menos favorecidos, podemos levar arte, cultura, cidadania, educação, investimento e beneficiando pessoas, disse Jotta que parabenizou a Cioeste pela parceria com os secretários e sobretudo com a Rede Social de Osasco.

EM BREVE REPORTAGEM EM VÍDEO!

POLÍCIA MILITAR REALIZA OPERAÇÃO FORÇA METROPOLITANA EM 15 MUNICÍPIOS DA REGIÃO OESTE DE SÃO PAULO

A recente publicação dos dados consolidados da Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) do Gabinete da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e o acompanhamento da ferramenta de Gestão Operacional “Análise Criminal Web”, que tem por objetivo monitorar os indicadores criminais de toda a região metropolitana, demonstraram o recrudescimento de alguns indicadores criminais, especialmente os roubos outros, roubos de carga e latrocínio.

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Como estratégia para o controle desses indicadores e para seguirmos como uma Polícia profissionalmente correta, socialmente justa e eticamente aceitável, seguindo as diretrizes do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi desenvolvido um plano de ação entre os dias 1º de abril e 9 de julho de 2017, totalizando 100 dias de atividades voltadas a melhora da sensação de segurança, com ênfase na ampliação de esforços para as atividades preventivas, especialmente nos delitos contra a vida e contra o patrimônio, para assim proporcionar o aumento da percepção de segurança nas comunidades dos 38 (trinta e oito) Municípios da Região Metropolitana de São Paulo.
Desse modo, o Comando de Policiamento Metropolitano realiza hoje simultaneamente com todos os Comandos Regionais da Região Metropolitana, a Operação Força Metropolitana Simultânea, que terá início às 15h00 e será encerrada às 23h00.

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A Operação Força Metropolitana Simultânea ocorrerá em todos os batalhões do CPA/M-8 (Comando de Policiamento de Área Metropolitana Oito), englobando os seus quinze municípios de forma concomitante, objetivando a inibição da prática de eventos delituosos e consequente diminuição dos indicadores criminais, como roubo de veículos, roubo outros e roubo de carga, através da atividade de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com 40 pontos de visibilidade, 27 pontos de saturação e 09 pontos de bloqueio.

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O CPA/M-8 mobilizou para essa Operação de Grande Envergadura 470 policiais militares sendo que 183 deles pertencem ao Batalhão Ômega que fortalecerá a atuação da Polícia Militar nas ruas de Osasco e região.

MPF denuncia ex-governador Sérgio Cabral e mais seis por corrupção na saúde do RJ

ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e outras seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva e ativa e organização criminosa por irregularidades cometidas na Secretaria Estadual de Saúde, entre 2007 e 2014.

Além do ex-governador, César Romero, Carlos Miranda, Carlos Bezerra, Sérgio Côrtes, Miguel Iskin e Gustavo Estellita são acusados pela Força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro de pagar ou receber propina para fraudar contratos da área de saúde.

Segundo a denúncia oferecida à 7ª Vara Federal Criminal, a Operação Fatura Exposta identificou que a organização criminosa liderada por Cabral, que cobrava 5% sobre todos os contratos firmados pelo Estado, também atuava na área da saúde.

As investigações indicam que Miranda e Bezerra eram os encarregados de distribuir a propina paga pelos empresários, em um total de mais de R$ 16,2 milhões, conforme demostram anotações feitas pela própria organização criminosa.

Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o esquema, operado por Côrtes e por Romero, ex-secretário e subsecretário da pasta, direcionava as licitações de serviços e equipamentos médicos ao cartel organizado por Miguel Iskin e Gustavo Estellita, sócios nas empresas Oscar Iskin Ltda. e Sheriff Serviços e Participações.

Ainda segundo o MPF, os empresários eram os responsáveis por trazer ao país as empresas estrangeiras que participavam das licitações internacionais, que eram divulgadas apenas no Brasil. As empresas se articulavam entre si, fazendo um rodízio onde todas eram beneficiadas. Os denunciados sabiam quanto cada empresa cobraria pelos produtos antes mesmo de sair a cotação do pregão internacional.

Além de Cabral, o ex-secretário e o subsecretário também recebiam, respectivamente, 2% e 1% sobre os valores dos contratos da saúde. Os pagamentos eram recebidos e repassados pelos operadores mensalmente e variavam entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

A denúncia oferecida à 7ª Vara Federal refere-se apenas aos crimes de corrupção passiva, ativa e de organização criminosa na área de saúde durante a gestão de Cabral. As demais condutas criminosas da organização capitaneada pelo ex-governador ainda serão objeto de denúncias posteriores da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Varredura apreende 4 mil armas em 13 presídios de 5 estados

As Forças Armadas fizeram uma varredura em 13 presídios de cinco estados desde o início do ano, após os massacres que deixaram mais de 130 mortos em apenas 15 dias. O balanço aponta que foi encontrada uma arma branca para cada três presos.

O levantamento divulgado pelo jornal O Globo indica que foram localizadas 4.203 facas, estacas, arames, tesouras, entre outros materiais, nas cadeias vistoriadas que abrigam 11.829 detentos.

Além disso, a varredura encontrou uma arma de fogo, de fabricação caseira, 316 celulares, 163 chips e 238 acessórios de telefone (como fone de ouvido e carregador). Outros itens apreendido foram: trouxas (92), tabletes (18) de drogas, dois rádios transmissores, 66 televisores e 83 antenas improvisadas, 40 fogões ou fogareiros improvisados e três botijões de gás.

Raul Jungmann, ministro da Defesa, disse em entrevista ao Globo que a quantidade e a diversidade de material encontrado dentro das cadeias mostra um conluio tácito entre o poder público e as organizações criminosas, baseado na “corrupção institucionalizada”.

“Fica evidente que em alguns estados há um acordo não escrito entre a administração penitenciária e o crime organizado. Como esse material todo entra nas cadeias? Há uma leniência”, avaliou o ministro.

O ministro destacou ainda que os gestores estaduais devem manter as cadeias vistoriadas “limpas”. Jugmann considerou também que novos massacres podem se repetir caso as armas brancas continuem a ser introduzidas nos presídios em que a falta de vagas dificulta o controle.

A publicação destaca que o Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus, foi o presídio com o maior número de armas brancas apreendidas. 56 presos morreram na unidade após massacre no início deste ano.

A operação de varredura das Forças Armadas em presídios de cinco estados custaram R$ 10,1 milhões aos cofres públicos. 4.602 militares trabalharam usando equipamentos de raio-x, detectores de metal, cães farejadores, câmaras telescópicas e detectores de uso de celular.

Entre os principais problemas descobertos pela operação estão a falta de bloqueadores de celular nos estabelecimentos, celas e instalações inseguras, falta de locais para visitas, contato entre presos do regime semiaberto e aberto, guaritas parcialmente desguarnecidas e serviços internos prestados por detentos devido à ausência de agentes penitenciários.

Falta de energia reduz velocidade e restringe acesso de passageiros no Metrô de SP

O Metrô de São Paulo circulou com velocidade reduzida e teve restrição de acesso de passageiros às plataformas em diversas estações na manhã desta terça-feira (16). O problema começou às 6h. Às 8h30, a companhia informou que a situação tinha sido normalizada.

Os problemas foram consequência da falta de energia na Estação Sé, às 6h, em pleno horário de pico. A falha acabou às 6h26, mas houve reflexos após isso. Às 6h45, havia restrição de acesso em todas as estações da Linha 1-Azul e em parte da Linha 3-Vermelha.

Com isso, vários passageiros tiveram que esperar para entrar nas estações ou passar pelas catracas. Na Estação Tucuruvi, na Zona Norte, vários passageiros ficaram do lado de fora, esperando autorização para entrar.

A assessoria de imprensa do Metrô afirmou que a velocidade já tinha sido normalizada às 6h45, mas o Bom Dia São Paulo constatou que os trens ainda trafegavam lentamente em estações como Tucuruvi e Portuguesa-Tietê. Às 7h10, quem tentava entrar na Estação Guilhermina-Esperança, na Linha 3-Vermelha, também enfrentava dificuldades.

O usuário Vagner Rodrigues afirmou que apenas duas catracas de dez estavam liberadas na Estação Praça da Árvore, da Linha 1-Azul. Sandra Correa afirmou que ficou cerca de 40 minutos parada na Estação São Bento.

Estação Jabaquara lotada por volta das 6h desta terça (Foto: Reprodução/TV Globo)Estação Jabaquara lotada por volta das 6h desta terça (Foto: Reprodução/TV Globo)

Fonte: G1

Bombeiros procuram por corpo de adolescente estrangulada e jogada no rio Tietê

O Corpo de Bombeiros retomou nesta segunda-feira (15) as buscas pelo corpo da jovem Isabela Ferreira, de 17 anos, que foi estrangulada e jogada no rio Tietê, em Itu (SP), no domingo (14). O cunhado dela é suspeito confesso de cometer o crime.
Bombeiros fazem buscas pelo corpo de Isabela Ferreira, de 17 anos (Foto: Reprodução/Facebook)
Bombeiros fazem buscas pelo corpo de Isabela Ferreira, de 17 anos (Foto: Reprodução/Facebook)
 Ao todo, sete bombeiros foram mobilizados para o trabalho e se dividiram em equipes. Uma delas procura pelo corpo da jovem entre pedras e vegetação com o apoio de cães farejadores, em Itu. Outra equipe faz buscas com um barco no trecho do rio que passa em Salto, nas proximidades da barragem.
 
O cunhado da vítima, suspeito de cometer o crime, foi preso na madrugada de domingo (14), e, segundo a polícia, confessou que tentou estuprar a jovem e a matou. Horas depois da confissão, o jovem, de 20 anos, se matou dentro da delegacia.
Segundo a Polícia Militar, a família de Isabela Ferreira, de 17 anos, acionou a corporação na noite de sábado (13) para informar o desaparecimento dela. Testemunhas disseram que a adolescente tinha sumido após entrar em um carro branco.
No bairro Potiguara os policiais foram informados que o veículo pertencia ao cunhado da vítima. Na casa dele, os PMs estranharam o nervosismo do rapaz e vasculharam o veículo. Foram encontradas manchas de sangue na porta do passageiro e marcas de sapato no painel. Indagado novamente, o rapaz confessou que tentou estuprar a cunhada e, como não conseguiu, a estrangulou.
 
A vítima teria sido atraída por uma mensagem enviada do celular da irmã dela, mas o aparelho foi usado pelo criminoso. Ele disse que, depois do crime, acreditando que a jovem estava morta, foi até a Estrada Parque e jogou o corpo dela no rio Tietê.

Morte na delegacia

O criminoso foi indiciado por estupro tentado e feminicídio. Porém, horas depois de ser levado para a delegacia, se matou. De acordo com a Polícia Civil, ele se enforcou com o cadarço do próprio tênis.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que abriu um inquérito policial e a Corregedoria Auxiliar de Sorocaba (SP) acompanha as investigações.

Bombeiros fazem buscas pelo corpo da adolescente de 17 anos morta em Itu (Foto: Eduardo Rodrigues/TV TEM)Bombeiros fazem buscas pelo corpo da adolescente de 17 anos morta em Itu (Foto: Eduardo Rodrigues/TV TEM)

Fonte: TV Tem

Rogério Lins vistoria obra que vai entregar 21 apartamentos para famílias no Rochdale

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A aquisição de um imóvel para morar é, certamente, o maior sonho do brasileiro. Em Osasco esse sonho se tornará realidade em breve para algumas famílias do bairro do Jardim Rochdale. Os empreendimentos serão entregues em outubro deste ano com recursos da iniciativa privada. O prefeito Rogério Lins acompanhado do secretário de habitação Marcos A. Villela, foram vistoriar a obra nesta última quarta-feira (10/05), e puderam observar que a abro avança em ritmo acelerado para alegria das famílias que esperam ansiosas para pegar as chaves dos apartamentos.

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A construção das moradias é um projeto francês que chegou a Osasco no ano passado. Segundo o engenheiro responsável pela obra, Everton Pires, são unidades sobrepostas que estão sendo construídas e adaptadas de acordo com a região.

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Lins ressaltou que além das moradias, o bairro também vai ganhar uma UBS (Unidade Básica de Saúde), que será entregue também em outubro deste ano, além das obras de combate as enchentes comuns no bairro. “O Rochdale é um bairro muito importante pra gente, que merece uma atenção diferenciada, assim como todos os bairros da nossa cidade, nós estamos em ritmo acelerado em obras de contenção as enchentes, a limpeza do piscinão que há muito anos não aconteciam”, indagou. “São trinta toneladas por dia retirados do piscinão em parceria com o governo do estado e agora a consolidação de uma nova Unidade Básica de Saúde. Moderna, toda adaptada para questões de acessibilidade, que vai ter mais ter especialidades para atender os moradores”, afirmou Lins que garantiu que as moradias e a UBS serão entregues em outubro.

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A preocupação com moradia tem sido constante no governo do prefeito Rogério Lins. Várias outras iniciativas estão em andamento na cidade. Entre elas, o conjunto residencial José Camaroto, também em Quitaúna, que por meio de uma parceria entre Prefeitura, Associação Viva Quitaúna e programa Minha Casa Minha Vida está sendo possível a construção de 208 apartamentos. Além disso, Lins acaba de entregar 48 unidades no Colinas D’Oeste e nos próximos dias, entregará mais 21, no mesmo bairro. Estão em construção, também, 20 unidades no Rochdale que atenderão famílias que já foram removidas da área BJ. Recentemente Lins esteve em Brasília, em audiência no Ministério das Cidades, reivindicando junto ao ministro Bruno Cavalcanti de Araújo investimentos para concluir a urbanização do Jardim Santa Rita, além de construção de moradias e novas parcerias para o Programa Minha Casa Minha Vida.

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