Portal do Trabalhador reabre em Osasco e atrai multidão

Uma multidão compareceu no Portal do Trabalhador em Osasco nesta quarta-feira (08/03), para acompanhar a reabertura do empreendimento público e obviamente conseguir uma recolocação profissional.

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Fechada desde dezembro, a unidade do Portal do Trabalhador foi reaberta pelo prefeito Rogério Lins que também fez questão de realizar atendimentos no novo Portal. Segundo a prefeitura, em 11 anos de atuação o serviço atendeu dois milhões de pessoas e inseriu 64 mil no mercado de trabalho. O Portal tem toda uma política de qualificação de trabalhadores, de recolocação profissional, intermediação de mão de obra, parcerias com empresas que foi retomado nesta quarta.

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O Portal do Trabalhador foi fechado por tempo indeterminado desde dezembro devido a, segundo a gestão anterior, falta de repasses do governo federal em um convênio firmado para a manutenção do órgão. Segundo Lins, ainda no segundo semestre desse ano, a administração irá inaugurar uma sede do Portal no Jardim Veloso, zona sul do município. A outra unidade está programada para ser implantada na zona norte no ano que vem, em bairro ainda a ser decidido.

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O Portal do Trabalhador funciona com uma agência pública de empregos, encaminhando candidatos para vagas. Além disso, oferece serviços como emissão de carteira de trabalho, inscrição para seguro-desemprego e programas sociais, como o Bolsa Família, e realização de cursos profissionalizantes.2
“No segundo semestre a gente deve reabrir o Portal do Trabalhador da zona sul. Obviamente tem o trâmite legal, mas é burocrático. Temos que fazer tudo dentro do trâmite legal e o prazo do andamento não é o que a gente gostaria”, comentou Lins, afirmou que a própria reabertura da unidade Centro, prevista para fevereiro, enfrentou esses problemas e precisou ser adiada.

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A prefeitura acredita que os atendimentos ultrapassem as mais de 200 mil pessoas e que sejam captadas cerca de 20 mil empregos diretos em quatro anos.

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Confira reportagem completa em vídeo!

1º Convenção de Líderes Negros no Brasil

PTB Afro realiza evento em busca por mais representatividade na política e no mercado de trabalho

Aconteceu nesta última quinta-feira, 16/12, a 1º Convenção de Líderes Negros do Brasil na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) no Auditório Paula Kobayashi, o evento contou com a presença de vários líderes dos maios variados segmentos e foi organizado pelo PTB Afro, um movimento político, criado há 13anos pelo presidente do Partido Trabalhista Brasileiro no Estado e secretário-geral da Executiva Nacional da legenda, deputado Campos Machado.

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O PTB Afro é uma organização e a representatividade política no PTB dos negros, pardos e mulatos, que compõem cerca de 53% da população brasileira. O presidente do PTB Afrodescendente, o empresário Carlos Santos Cavalcante, disse que o “negro chegou ao Brasil como escravo e, hoje, muito tempo depois da abolição, existem diversos movimentos que nos representam.

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São ONGs, entidades e Associações, mas não há uma unidade desses movimentos. Somos 53% da população e nós não temos uma bancada negra”, afirmou. A RC TV Interativa recebeu o convite da jornalista Adela Villas Boas e fez uma reportagem em vídeo. Aguardem!

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Documentário inédito resgata a história de Osasco com a participação do atual prefeito Jorge Lapas

Documentário inédito resgata a história de Osasco desde Antonio Agú
“A história de uma cidade que se fez pelo seu povo guerreiro e desbravador”

O documentário que visa preservar a história da cidade, conta em detalhes a trajetória de Antonio Agú, fundador de Osasco, a emancipação-político administrativa impetrada com muito combate pelos guerreiros emancipadores. Sobretudo destaca vários momentos que marcaram o desenvolvimento e o crescimento da cidade trabalho até os dias de hoje. Uma viagem no tempo com depoimentos de grandes personalidades que ajudaram a dilatar essa mega metrópole. Com a proposta de descrever à história que não é passada por professores em salas de aula e nem é encontrada em livros, o documentário vai emocionar os osasquenses e leva-los a uma reflexão sobre a importância de participar das decisões políticas da cidade. A hora é agora! Se emocione e viva profundamente essa linda história contada de um jeito distinto e inusitado. Curta, comente e, sobretudo compartilhe!

Jornalista Responsável : Roberto Carlos C.
Produção de Video : Sandro Rogério
Fotografias Antigas : Hagop Koulkdjian Neto
Pianista Deise Hattum

Escolas estaduais de São Paulo não têm professores!

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A primeira semana do ano da rede estadual de ensino na zona norte de Osasco e na capital paulista, foi marcada pela falta de professores em escolas de ensino fundamental e médio. De 10 escolas consultadas pessoalmente ou por telefone pela equipe da RC TV, apenas três tiveram atividades normais. Segundo levantamento do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). “Muita falta. O ano letivo são 200 dias. Aqui você chega a ter 100 dias letivos.

A reportagem foi a duas escolas na intenção de mostrar a expectativa dos jovens para os estudos em 2013, mas encontrou apenas estudantes de passagem, que foram se informar sobre a sala em que estudariam. “A primeira semana é difícil ter aula mesmo”, comentou Ingrid Oliveira Ramos, 16 anos, que começou o 2º ano do ensino médio no dia 1º de fevereiro na escola estadual Neuza de Oliveira Prévide, na zona norte de Osasco, mas teve apenas algumas aulas devido a falta de professores. Nesta escola fomos informados pela direção que faltam professores de geografia, história e matemática. A mesma situação se repete na escola Luiz Lustosa da Silva, situada no bairro do Jardim Baronesa.
Na Maria Eugênia Martins, no Jaguaré, não havia aluno nem do lado de fora da sala de aula. “Não veio ninguém. Só os professores estão reunidos”, informou uma funcionária.
Na capital paulista a situação também é complicada. A RC TV ligou para mais 10 escolas com a etapa de ensino. Em quatro a secretaria informou que não houve aula: Na zona leste, a Professor Loureiro Júnior, na Quarta Parada; na zona sul, a Professor Adolfo Casais Monteiro, no Jardim Colonial e a Professor Herculano de Freitas, no Alto da Riviera; e na zona norte, a Gustavo Barroso, no Jova Rural. Nesta última a atendente culpou a falta de alunos. “Não veio ninguém.”
Outras três, segundo os atendentes, tiveram atividade parcial. Na Amadeu Amaral, no Belém, a informação da secretaria é que houve “algumas aulas”. Na Camilo Maria Cavalheiro, no Jardim Santa Maria, zona leste, e na Professor Jesus Attab, na Vila Marcelo, zona sul, os adolescentes foram liberados no intervalo, após três aulas.
“Audiência” baixa
Uma pesquisa realizada pelo Ibope a pedido do Instituto Unibanco no ano passado mostra que o ensino médio já tem apenas 43% das aulas convertidas em reais atividades de ensino. O índice chamado de “audiência” mostrou que de cada quatro horas letivas, apenas 1h44 minutos são de aulas.

Sindicato dos professores: faltou bom senso
O sindicato dos professores, Apeoesp, repudiou a decisão de iniciar as atividades letivas em uma sexta-feira. “Pela experiência que todos nós, autoridades, gestores, profissionais da educação e pais temos, não é previsível que haveria um grande volume de faltas de estudantes neste primeiro dia de aula? Qual é o limite que separa a boa intenção de preservar os direitos dos estudantes e medidas meramente formais, que causam prejuízos aos professores, como neste caso?”, afirmou a presidente Maria Izabel Noronha, em nota.
Procurada, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo respondeu, em nota, que as “escolas estaduais são orientadas a cumprir a resolução SE 44, de 7 de julho de 2011, que estabelece que as aulas tenham início no 1º dia útil de fevereiro e sejam encerradas no último dia útil de junho. As atividades escolares devem ser retomadas no 1º dia útil de agosto e serem encerradas quando forem cumpridos os 200 dias letivos anuais”. Essa medida visa compatibilizar o cronograma do Estado com os dos demais sistemas de ensino, além de facilitar aos pais o planejamento das férias dos alunos.
A nota ainda informa que “os alunos das escolas visitadas pela reportagem da RC TV , assim como os estudantes das demais unidades da rede estadual, terão o calendário letivo completo. Aulas não ministradas são repostas ao longo do ano de modo que sejam cumpridos os 200 dias letivos anuais”.

Mais da metade dos alunos do 9° ano querem trabalhar e estudar

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Começar a ganhar o próprio dinheiro, seja para ajudar a família seja para pagar os próprios gastos, é o desejo de mais da metade (55%) dos estudantes brasileiros que cursam o 9° ano do ensino fundamental. Eles não querem sair da escola, pretendem conciliar as horas de estudo com as jornadas nas empresas. Antes disso, ainda no 5° ano – se abaixo dos 14 anos, proibidos por lei – 14% dos alunos de escolas públicas já trabalham foram de casa.

Os dados foram levantados pelo QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann., organização sem fins lucrativos voltada para a educação. A pesquisa foi feita com base nos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), divulgada em agosto do ano passado.

Dos 1.992.296 de alunos do 9° ano que responderam à pesquisa, 1.075.628 (55%) pretendem estudar e trabalhar, 614.838 (31%) querem continuar apenas estudando e 33.487 (2%) querem largar os estudos e se dedicar apenas ao trabalho. No 5° ano, de 2.280.315 alunos, 294.011 (14%) trabalham. A Constituição Federal proíbe qualquer trabalho para menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos.

“Podemos inferir pelos dados que aqueles que ainda estão no 5° ano vivem em situação mais delicada de pobreza e trabalham muitas vezes ajudando as famílias. Já os alunos do 9° ano estão entrando no mercado e alguns abandando as escolas”, diz o responsável pelo estudo, o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins.

O levantamento mostra que, entre os alunos do 5º ano, as maiores porcentagens dos que trabalham estão na Região Nordeste: Alagoas (22,1%), Pernambuco (21,8%) e Bahia (20,6%). A região tem renda per capita média de R$ 396 mensais, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As demais regiões do país têm renda per capita mensal acima de R$ 700 e na Região Norte o valor é R$ 440.

Quando se trata de alunos do 9° ano, o perfil muda. O número maior de estudantes que pretendem estudar e trabalhar está em regiões mais ricas: Distrito Federal (65,7%), seguido por Santa Catarina (65,1%) e pelo Espírito Santo (62,5%). Os estados com maior porcentagem de alunos que pretendem apenas estudar estão no Norte e Nordeste: Maranhão (41,2%), Acre (41%) e Amapá (40,8%). As maiores porcentagens de estudantes que querem apenas trabalhar estão em São Paulo (2,5%), Pernambuco (2,2%) e no Ceará (2%).

De acordo com a secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa de Oliveira, o trabalho a partir do 9° ano pode ser positivo se for como aprendiz. “O programa vai exigir do adolescente a continuidade dos estudos, além de cobrar um bom desempenho escolar. Em outras condições, trata-se de uma inserção no mercado de trabalho que pode motivar o abandono e a negligência com a escola.”

Os dados do Ministério do Trabalho mostram, no entanto, que em 2012 foram admitidos apenas 286.827 novos participantes no Programa Jovem Aprendiz – uma parceria do governo com empresas particulares para inserção dos jovens no mercado de trabalho. O número corresponde a 14,4% dos estudantes que desejavam trabalhar e estudar. Segundo o ministério, há capacidade para maior absorção. Caso todas as empresas de médio e grande portes destinassem um mínimo de 5% das vagas para os adolescentes, como determina a legislação (Lei 10.097/00 e Decreto 5.598/05), haveria pelo menos 1.236.051 novas admissões por ano.

Analisando os números, a diretora executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz, tem outra preocupação: “Os dados não mostram aqueles que estão fora das escolas e do mercado de trabalho. Os jovens em idade escolar que não estudam nem trabalham têm aumentado em número no Brasil”. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que, de 2000 a 2010, o número dos chamados nem nem, jovens de 15 a 29 anos que nem estudam nem trabalham aumentou em 708 mil. “Precisamos olhar também para eles”, diz.

Fonte: Agencia Brasil

SP prevê dificuldade em aprovar cotas em universidades estaduais

SP prevê dificuldade em aprovar cotas: ‘teremos muita discussão’

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Após pressão de grupos sociais, o governo de São Paulo apresentou, no final de 2012, uma proposta que prevê a reserva de vagas para estudantes de escolas públicas, negros e indígenas, nas universidades estaduais do Estado. A iniciativa, elogiada por entidades como a ONG Educação para Afrodescendentes (Educafro), não é uma unanimidade, e ainda precisa passar pela aprovação dos conselhos universitários de cada instituição. Para um dos articuladores do projeto, 2013 será um ano de muita polêmica.

“Penso que haverá muita discussão, debate, aquilo que é próprio da vida social. Mas tenho o sentimento de que, embora não seja fácil, conseguiremos passar para etapa seguinte”, diz Carlos Vogt, coordenador-geral da Universidade Virtual de São Paulo (Univesp), um dos braços operacionais da proposta do governo. Ele explica que as três universidades do Estado – USP, Unicamp e Unesp – têm autonomia para definir se querem ou não adotar as cotas.

“Como toda ideia nova, traz algumas polêmicas. Mas nós procuramos aliar as demandas sociais e étnicas pela inclusão, com a questão do mérito, que é um dos pilares das universidades paulistas, sempre respeitando a autonomia de cada uma”, completa.

Vogt ajudou a compilar o projeto formatado em parceria com o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Desde que a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que obriga as universidades federais a reservar vagas para cotistas, em outubro do ano passado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vinha pressionando os reitores da USP, Unicamp e Unesp para aderir às cotas. No entanto, as instituições, que contam com menos de 30% dos seus alunos provenientes de escolas públicas, ainda resistiam à reserva de vagas.

Pela proposta, ao menos 50% das matrículas em cada curso de graduação deverão ser ocupadas por alunos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. Dentro dessa meta, o percentual de negros, pardos e indígenas deverá ser de 35% – valor verificado para a população do Estado de São Paulo no Censo Demográfico de 2010. As metas deverão ser atingidas ao longo de três anos, a partir de 2014.

“Teremos um ano para discutir isso dentro das universidades e garantir a aprovação para que a proposta entre em vigor em 2014”, diz Vogt. Segundo ele, pode acontecer de somente parte das instituições aderirem ao programa, já que todas têm autonomia. “Se a USP, por exemplo, decidir que não quer as cotas, teremos que aceitar. Mas o ideal é que todas participem”. Além da USP, Unicamp, e Unesp, as vagas serão válidas para as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e para as faculdades de Medicina de Marília e Rio Preto.

Governo aposta em curso universitário de 3 anos
Além do pagamento de uma bolsa mensal aos alunos de baixa renda que entrarem na universidade pelas cotas, um dos diferenciais da proposta do governo de São Paulo em relação à lei federal é a criação do Instituto Comunitário de Ensino Superior (Ices). Com início das atividades previsto para 2014, o instituto deve oferecer 2 mil vagas para alunos de escolas públicas, sendo metade para pretos, pardos e indígenas.

Inspirado nos “colleges” americanos e em um programa adotado pela Unicamp há dois anos, o Ices quer selecionar alunos com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Saresp, avaliação feita pela Secretaria de Educação de São Paulo. Coordenado pela Universidade Virtual, deve oferecer uma formação geral aos estudantes durante dois anos, com aulas de ciências humanas, biológicas, exatas e tecnológicas. A final das aulas, o estudante recebe um certificado de curso sequencial de ensino superior, pode disputar concursos públicos e exercer diferentes profissões. No entanto, o principal objetivo é permitir que esses alunos ingressem nas graduações das universidades de São Paulo, sem precisar passar pelo vestibular.

“Quem tiver mais de 70% de aproveitamento ao longo dos dois anos vai poder entrar numa universidade estadual. Será feito um somatório de todas as notas e, de acordo com esse desempenho, o candidato poderá ingressar nos diferentes cursos das universidades”, explica Vogt. Assim, quanto melhores as notas, mais fácil conseguir uma vaga em medicina e engenharia, por exemplo, que estão entre os cursos mais concorridos.

Coordenadora do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (Profis), a professora Maria Inês Petrucci Rosa elogia a iniciativa do governo estadual, no entanto, ressalta que no curso da universidade 100% das aulas são presenciais, ao contrário do projeto de Alckmin, que prevê metade da carga horária para aulas a distância.  “O Profis é totalmente presencial, e faz muita diferença no desenvolvimento do estudante o fato de estar sempre em contato com a universidade. Claro que a proposta estadual é um avanço, só pondero que a educação a distância precisa contar com uma equipe de profissionais especializados e espaços adequados”, afirma.

Mesmo assim, Maria Inês cita três fatores para qualificar o modelo como uma “inovação no ensino” no Brasil: após dois anos de aprendizado geral, os alunos chegam para fazer um curso superior com uma bagagem de conhecimento que muitas vezes a educação básica não proporciona; eles se tornam mais maduros e preparados para escolher a carreira profissional que querem seguir; e ainda que, tanto o modelo da Unicamp quanto a proposta do governo estadual, priorizam a inclusão social de alunos de escolas públicas sem deixar de levar em conta o mérito (o desempenho nas aulas).

“Enquanto no Brasil a Unicamp é pioneira nesse modelo, isso já é uma realidade consolidada em outros países, como nos Estados Unidos. (…) A avaliação dos alunos que fazem o Profis é muito boa, e as próprias unidades acadêmicas da universidade querem ampliar as vagas para esses estudantes porque perceberam os diferenciais dessa formação”, completa.

Assim como a reserva de vagas pelo vestibular, o ingresso de alunos pelo Ices também depende de aprovação de todas as instituições estaduais de ensino superior de São Paulo. O investimento previsto para todo o programa é de R$ 27,017 milhões em 2014.

Fonte: Notícias Terra

Primeira chamada de aprovados no Sisu já pode ser consultada

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O resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) já pode ser consultado na página do programa,  nas instituições participantes e na central de atendimento do Ministério da Educação (MEC), por meio do telefone 0800-616161. A consulta foi aberta inicialmente apenas pelo 0800, enquanto o sistema fazia o carregamento dos dados na internet.

Os convocados devem providenciar a matrícula entre os dias 18 e 22 deste mês. A segunda chamada será divulgada no próximo dia 28, com matrículas de 1º a 5 de fevereiro.

Ao todo, 1.949.958 inscritos disputaram as 129.319 vagas em 3.752 cursos. Na primeira edição deste ano do Sisu, participaram 101 instituições públicas de educação superior. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), houve um crescimento de 11% em relação ao ano passado, quando o sistema registrou 1.757.399 inscritos.

No caso de notas iguais, o desempate entre os candidatos obedece à seguinte ordem de critérios: maior nota obtida na redação; maior nota obtida na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias; maior nota obtida na prova de matemática; maior nota obtida na prova de ciências da natureza; maior nota obtida na prova de ciências humanas.

Os estudantes que não forem selecionados nas duas primeiras convocações ainda terão mais uma chance. Os alunos podem aderir à lista de espera para concorrer às vagas remanescentes. Para isso, precisa manifestar, no site do programa, seu interesse, acessando o boletim do candidato e clicando no ícone que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.

A participação na lista de espera somente poderá ser feita na primeira opção de vaga do candidato. O prazo de adesão vai de 28 deste mês a 8 de fevereiro. No dia 18 de fevereiro, ocorrerá a convocação, pelas instituições, dos candidatos em lista de espera.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou este mês a bolsa assistência estudantil. O valor de R$ 400 é uma das formas encontradas pelo governo para garantir a permanência dos alunos cotistas de baixa renda nas universidades federais. A medida está prevista para entrar em vigor em maio deste ano.

O benefício será concedido aos alunos de cursos com duração diária acima de cinco horas e ainda depende da aprovação do Orçamento no Congresso Nacional. Terão direito garantido à assistência os alunos aprovados no Sisu, por meio de cotas sociais, ou seja, estudantes com renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário mínimo.

*Colaborou Yara Aquino

Edição: Graça Adjuto//Matéria alterada para atualização de informação.

Fonte:Heloisa Cristaldo*
Repórter da Agência Brasil