Prefeito Rogério Lins acompanha discussão do Plano Diretor no Rochdale

No sábado, 18/8, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, participou de mais uma oficina do Plano Diretor, realizada na EMEF Terezinha Martins Pereira, no Rochdale. O encontro faz parte da segunda etapa da revisão do documento que determinará as novas regras para orientar a gestão da cidade nos próximos 10 anos e que atende a lei federal 10.257/2001.

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Ao lado dos secretários Dulce Helena Cazzuni (Planejamento e Gestão) e Marco Antônio Villela (Habitação e Desenvolvimento Urbano), Lins conversou com a comunidade que marcou presença para discutir temas como Habitação Social, Meio Ambiente, Mobilidade Urbana, Políticas Setoriais, Desenvolvimento de Territórios Periféricos, Função Social, Produção Imobiliária, entre outros.

De acordo com o prefeito, Osasco é uma cidade muito nova, mas com um grande potencial econômico. “Somos o 2º PIB Estado e 8º do País, fruto do trabalho de todas as pessoas que passaram pela administração, inclusive com várias obras que estão tendo continuidade e outras novas ações que serão consolidadas ao longo dos próximos anos. Não temos interesse em interromper projetos, as obras não são dos governos nem dos partidos, são da cidade”, disse.

Lins destacou a interação dos diversos setores da cidade, que apesar das divergências políticas, se unem para um mesmo objetivo: “A participação popular junto ao poder público define o resultado que vamos alcançar. Quando nos unimos, a chance de dar certo é maior. Apesar de pensarmos diferente, quando o assunto é a cidade, temos o mesmo objetivo e esse sentimento é o que nos une”, afirmou.

A secretária de Planejamento e Gestão, Dulce Helena, ressaltou a importância da sociedade civil, empresas e poder público pensarem juntos a cidade para os próximos anos. “Essa ferramenta irá possibilitar que concretizemos nossos desejos e sonhos. Que tenhamos muitas ideias e muita iluminação para desenharmos um Plano Diretor viável  e compatível com as características da nossa cidade”.

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Participaram do encontro, os vereadores Tinha Di Ferreira e professora Régia.

Com informações da Secretaria de Comunicação Social 

 

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Emidio confirma que será candidato em 2018 e reclama da perseguição da Lava Jato contra o PT

“A questão é a seguinte: há um evidente cerco ao PT”

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O ex-prefeito Emidio de Souza anunciou na manhã desta última quarta-feira, (02/08), em entrevista coletiva para apresentação de seu novo escritório na cidade que será candidato a deputado pelo PT. Ele pretende avaliar com a direção do partido se será candidato a deputado estadual ou federal, determinação que deve ser tomada até o final de agosto.  “Estou avaliando o cenário político na cidade e a situação interna do PT. Mas não quero ficar fora dessas eleições. Estou na estrutura partidária, mas faz falta um mandato para ter mais presença organizada na cidade. Além disso, faz falta para Osasco alguém que ajude a pensá-la, propor caminhos e apontar soluções. É esse papel que quero”, disse Emidio, que ocupa o cargo de Secretário de Finanças e Planejamento do diretório nacional do partido. Indagado sobre os prováveis candidatos que disputarão o mesmo cargo, o ex-prefeito comentou que existe um ‘vácuo político na cidade’ sobretudo depois do falecimento do também ex-prefeito Celso Giglio (PSDB), que segundo ele era a maior liderança política da cidade. Emidio também questionou a perseguição da Lava Jato contra o PT, segundo o petista, “ninguém no Brasil, nem o Lula está acima da lei, mas também não está abaixo, todos nós temos que submeter a lei”. ‘afirmou. “A questão é a seguinte: há um evidente cerco ao PT, não tem uma liderança do PSDB presa”, reclamou Emidio que disse que não existe ‘prova material contra o ex-presidente Lula’, segundo ele os delatores falam o que quer para prejudicar o líder maior do PT com a promessa de redução de pena. Para o espírito da Lava Jato está correto em investigar a corrupção, mas protestou que existe excesso na investigação e só um partido está sendo   prejudicado. Perguntado sobre o governo Rogério Lins (Podemos), Emidio disse que independente do governo, ‘torce pela cidade’, contudo disse que não está satisfeito a administração atual. “Seis meses não daria para ter resolvido a vida, mas eu vejo Osasco pior do que estava com o ex-prefeito Jorge Lapas, eu acho que a situação estava dura, a situação que nós estamos vivendo é difícil, inclusive ele fez um conjunto de promessas à cidade, não é que eu não vejo ele resolvendo, eu vejo ele se afastando cada vez mais desse conjunto de propostas, eu acho que ele apresenta como renovação, limpeza da cidade, inauguração de algumas coisas que já estavam em andamento, não me parece que isso renove que nenhuma”, afirmou o ex-prefeito que afirmou que o governo Lins ‘é uma repetição das velhas fórmulas políticas da cidade’.

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Emidio fez duras crítica ao PSDB e afirmou que o partido está sendo protegido pela Lava Jato e, citou o senador de Aécio Neves (PSDB) e o presidente Michel Temer sobre as graves denúncias comprovadas com ‘documentos e muitas delas filmadas’ que foram ignoradas pela justiça. De acordo com Emidio “ não aconteceu nada, nitidamente dois pesos e duas medidas”, reclamou. Em suas considerações finais Emidio disse que participará da política osasquense com mais frequência e pretende se reunir com empresários, políticos e a sociedade para planejar sua estratégia política para 2018.

O escritório está localizado na Rua Narciso Sturlini, 62 – 11 andar – Osasco/SP

Confira entrevista exclusiva!

Trajetória política de Emidio de Souza
Em 1988 foi eleito vereador em Osasco, sendo reeleito em 1992 e 1996. Em 2000 candidatou-se à prefeitura na cidade de Osasco, sendo derrotado no primeiro turno por Celso Giglio. Em 2002 foi eleito deputado estadual. Em 2004 concorreu à Prefeitura novamente, derrotando Celso Giglio no segundo turno. Foi reeleito no primeiro turno em 2008, vencendo os ex-prefeitos Celso Giglio (PSDB) e Francisco Rossi (PMDB). Em 2013 Emidio Pereira de Souza foi eleito Presidente Estadual do Partido dos Trabalhadores em São Paulo. Em julho deste ano foi escolhido pela executiva nacional para assumir o cargo de Secretário de Finanças e Planejamento do diretório nacional do partido.

 

 

Morre o ex-prefeito de Osasco e deputado estadual Celso Giglio

O ex-prefeito de Osasco Celso Giglio (PSDB), de 76 anos, morreu na tarde desta terça-feira (11) no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, informou o centro médico. Segundo sua assessoria de imprensa, ele estava havia quase dois meses internado.As causas da morte não foram informadas. O velório acontece a partir das 8 horas desta quarta-feira, dia 12, no Teatro Municipal Glória Giglio. Já o sepultamento está marcado para as 14 horas, no Cemitério do Bela Vista.

Em nota de pesar, o atual prefeito Lins disse que “foi com imenso pesar que recebi a notícia do falecimento do amigo e mestre, deputado estadual Dr. Celso Giglio. Giglio governou Osasco por dois mandatos e deixou a marca do desenvolvimento na cidade. Correto, exemplar, e muito competente, ele nos emprestou sua experiência e dedicação. Osasco perde um grande líder. Que nosso Senhor Jesus Cristo o receba iluminando seu caminho e que conforte a família e aos amigos nessa hora tão difícil da despedida”. Lins decretou luto de sete dias na cidade.

Giglio durante debate no estúdio do G1 em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Cauê Macris (PSDB) lamentou a morte. “O deputado Celso Giglio ao longo dos seus 42 anos de vida pública foi um dos grandes incentivadores da minha campanha para chegar à presidência da Assembleia Legislativa. Político combativo e ferrenho defensor dos interesses da população de Osasco, nos deixa num momento que o Brasil atravessa uma crise política sem precedentes”, disse o tucano.

“Permanecerá o exemplo de homem público dedicado a servir, a liderar as boas causas em prol daqueles que mais precisam. Fará muita falta na Assembleia, sobretudo por conta da sua serenidade em momentos decisivos, da sua capacidade de dialogar mediante conflitos e da sua honradez. Osasco e região perdem um político antenado as demandas da sociedade. Eu perco um grande amigo e conselheiro. Nossos sentimentos aos familiares e amigos”, acrescentou o presidente da Alesp.

Biografia

Celso Giglio nasceu em Campinas, interior de São Paulo, em 19 de fevereiro de 1941. No início da década de 60, mudou-se para Osasco, cidade onde viveu e deu início à trajetória na política.

Filho de Antônio Giglio e de Maria Gatti Giglio, foi casado com Glória Giglio, com quem teve cinco filhos e quatro netos.

Médico formado pela Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, especializou-se em cirurgia geral e obstetrícia, na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – Escola Paulista de Medicina. Formou-se ainda em Administração Hospitalar pela USP.

Foi eleito Deputado Estadual pelo PSDB em 2006 com 111.302 votos. Foi reeleito deputado estadual em 2010. Na ocasião, foi também vice-presidente da Alesp. É autor da lei que institui a proibição da venda de bebidas alcoólicas dentro das escolas estaduais.

Em 2012, mesmo inelegível, Giglio conseguiu disputar o primeiro turno da eleição enquanto aguardava o TSE julgar um recurso interposto por sua campanha. Ele obteve quase 150 mil votos e ficou na primeira colocação, mas o recurso foi negado e a Justiça manteve a decisão de excluí-lo do certame. Os votos recebidos pelo tucano foram, então, anulados.

O candidato do PT (agora no PDT), Jorge Lapas, que havia ficado na segunda posição no pleito, foi beneficiado e acabou eleito prefeito de Osasco em turno único. Em 2014, Giglio se elegeu deputado estadual com uma liminar que suspendia a rejeição das contas de 2004.

Veja a última entrevista de Celso Gilgio a RC TV Interativa

MPF denuncia ex-governador Sérgio Cabral e mais seis por corrupção na saúde do RJ

ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e outras seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva e ativa e organização criminosa por irregularidades cometidas na Secretaria Estadual de Saúde, entre 2007 e 2014.

Além do ex-governador, César Romero, Carlos Miranda, Carlos Bezerra, Sérgio Côrtes, Miguel Iskin e Gustavo Estellita são acusados pela Força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro de pagar ou receber propina para fraudar contratos da área de saúde.

Segundo a denúncia oferecida à 7ª Vara Federal Criminal, a Operação Fatura Exposta identificou que a organização criminosa liderada por Cabral, que cobrava 5% sobre todos os contratos firmados pelo Estado, também atuava na área da saúde.

As investigações indicam que Miranda e Bezerra eram os encarregados de distribuir a propina paga pelos empresários, em um total de mais de R$ 16,2 milhões, conforme demostram anotações feitas pela própria organização criminosa.

Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o esquema, operado por Côrtes e por Romero, ex-secretário e subsecretário da pasta, direcionava as licitações de serviços e equipamentos médicos ao cartel organizado por Miguel Iskin e Gustavo Estellita, sócios nas empresas Oscar Iskin Ltda. e Sheriff Serviços e Participações.

Ainda segundo o MPF, os empresários eram os responsáveis por trazer ao país as empresas estrangeiras que participavam das licitações internacionais, que eram divulgadas apenas no Brasil. As empresas se articulavam entre si, fazendo um rodízio onde todas eram beneficiadas. Os denunciados sabiam quanto cada empresa cobraria pelos produtos antes mesmo de sair a cotação do pregão internacional.

Além de Cabral, o ex-secretário e o subsecretário também recebiam, respectivamente, 2% e 1% sobre os valores dos contratos da saúde. Os pagamentos eram recebidos e repassados pelos operadores mensalmente e variavam entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

A denúncia oferecida à 7ª Vara Federal refere-se apenas aos crimes de corrupção passiva, ativa e de organização criminosa na área de saúde durante a gestão de Cabral. As demais condutas criminosas da organização capitaneada pelo ex-governador ainda serão objeto de denúncias posteriores da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Momento exato da chegada de Lula em Curitiba para prestar depoimento ao juiz Sérgio Moro

Ele chegou no aeroporto Afonso Pena em um avião particular e deve seguir para um hotel antes de ir à Justiça Federal, onde vai estar pela primeira vez frente a frente com Moro. Os desembarques de Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), na manhã desta quarta, motivaram a montagem de um esquema especial de segurança no aeroporto. Funcionários receberam a notícia da chegada de Lula a Curitiba às 9h25 e começavam a organizar o desembarque em um hangar destinado à viação executiva.

Lapas não paga aluguel e Cia da PM na Vila Yara pode ser despejada

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O ex-prefeito de Osasco, Jorge Lapas, deixou de pagar o aluguel do imóvel que abriga a 2ª Companhia da Polícia Militar, instalada na rua Victor Brecheret, na Vila Yara. Com uma dívida superior a R$ 375 mil, a justiça acatou ação de despejo e determinou a desocupação do prédio em até 60 dias.

De acordo com o processo na 1ª Vara da Fazenda Pública do Fórum de Osasco, o contrato de locação do imóvel, que teve início em 28 de junho de 2007, sendo renovado para o período de 6 de junho de 2011 a 5 de junho de 2012, previa pagamento mensal de R$ 10.200, o que não ocorreu de forma regular. Ou seja, a administração Lapas optou por acumular os aluguéis e efetuar pagamentos esporádicos sem saldar por completo a dívida gerada.

O pagamento irregular provocou uma dívida de R$ 375.936,17, até o momento. O juiz titular da 1ª Vara, José Tadeu Picolo Zanoni, determinou em seu despacho que a prefeitura salde o valor “que deverá ser atualizado monetariamente desde a data do vencimento e acrescidos de juros de mora desde a citação”.

Para que a população não seja prejudicada, uma vez que a Polícia Militar define locais estratégicos para a instalação das companhias, a Prefeitura de Osasco, através da Secretaria de Administração, verifica, junto com o comandante da 2ª Cia da PM, um outro imóvel para abrigar a unidade.

 

Repúdio a Doria e Temer marca ato da Força Sindical em SP

Mais de 700 mil comparecem ao 1º de Maio da Força Sindical

O 1º de Maio da Força Sindical, que neste ano completa sua 20ª edição, reuniu cerca de 700 mil trabalhadores na Praça Campo de Bagatelle, na Zona Norte de São Paulo. Um ato político com shows de vários artistas nesta ÚLTIMA segunda-feira (1º) para comemorar o Dia do Trabalhador, a Força Sindical reuniu mais de 700 mil pessoas, segundo os organizadores, na Praça Campos de Bagatele, na Zona Norte de São Paulo. A Polícia Militar não divulgou números. Desde a manhã, o público acompanhou discursos de políticos e sindicalistas e shows de cantores sertanejos. O evento teve na programação artistas como Michel Teló, Zezé Di Camargo e Luciano e Bruno e Marrone, Simone e Simaria, Maiara e Maraísa. No Ato Político do 1º de Maio da Força, dirigentes sindicais das mais variadas categorias, e autoridades, deram seus recados a trabalhadores, governo e parlamentares de que não aceitaremos, em hipótese alguma, a retirada de direitos duramente conquistados ao longo dos anos.

Orlando Silva pede para sindicalistas vaiarem Michel Temer em ato político

Orlando Silva, deputado federal (PC do B), criticou as reformas e disse em alto e bom tom que o governo Temer acabou com os direitos dos trabalhadores e que na semana que vem o congresso vai acabar com a aposentadoria. Silva disse que assim que se o governo não dialogar, os trabalhadores serão convocados novamente para paralisar o Brasil. Visivelmente irritado, Orlando pediu uma sonora vai para o governo Temer. “Eu quero pedir uma grande vai para Michel Temer para que o povo saiba que o nosso povo está atento e vai exigir a manutenção dos seus direitos”, conclui.

 

Paulinho da Força ameaça nova greve contra reformas

Paulinho, organizador do evento reclamou da elite e desabafou.
“O Brasil passa pela maior crise econômica da história, e a elite cismou que os trabalhadores têm que pagar a conta”, disse o deputado, que reclamou ainda do corte da contribuição sindical pela reforma trabalhista. “Como vamos garantir os direitos dos trabalhadores se os sindicatos não têm recursos para negociar? E com essa reforma da Previdência, a grande maioria dos trabalhadores vai morrer antes de se aposentar”, afirmou.

 

Major Olímpio manda recado para Alckimin e Temer em ato político: “Vergonha”

Major Olímpio (SD) defendeu os sindicalistas e fez duras críticas ao governo Alckimin e o governo Temer, inclusive chamou de “malditos” os que votaram a favor das reformas trabalhista e da previdência. O major garantiu que pretende lutar no Congresso “24 horas por dia para defender o trabalhador, seja na iniciativa privada, seja o trabalhador da área pública”, garantiu Olímpio que num discurso acalorado chamou de “covardes” os políticos que votaram a favor das reformas.

 

Medeiros afirma que “Trocamos seis por meia dúzia” em ato político em SP

O ex-presidente da Força Sindical, Luis Antonio de Medeiros afirmou em seu discurso que não concorda com as reformas trabalhista e da previdência e que o próximo passo é Ocupar Brasília para pressionar o governo e o Congresso a reverem seus planos de ataques aos sagrados direitos da classe trabalhadora. Sobre essa base, as centrais sindicais estão abertas, como sempre estiveram, ao diálogo”, disse. Afirmou também que o governo Temer é igual ao governo Dilma e que ambos são parecidos no jeito de governar.

 

Doria é criticado por deputado tucano na Festa do Trabalhador em SP

O deputado Ramalho da Construção do mesmo partido pediu para Doria pedir descupas para os sindicalistas depois de ter recusado flores de uma ciclista na Avenida Paulista, no início da tarde deste domingo (30), quando saía de carro da cerimônia de abertura da Japan House São Paulo. Ramalho também não concordou com a postura do colega de partido quando chamou os sindicalistas de “vagabundos” em áudio gravado e publicado ns redes sociais. O deputado achou “ridícula” a postura do prefeito de São Paulo e pediu retratação do prefeito.

Repórter Vesgo do Pânico participa da Festa do Trabalhador e fala da crise no Brasil

Divertido, bem humorado e acostumado a trollar famosos, o integrante do Pânico na Band, Rodrigo Scarpa, mais conhecido como repórter Vesgo, trabalhou no 1º de maio na Festa do Trabalhador em São Paulo, evento organizado pela Força Sindical que reuniu mais de 700 mil pessoas na Praça Campo de Bagatelle nesta última segunda (01/05). Vesgo entrevistou alguns cantores que passaram pela sala de imprensa na Festa do Trabalhador e aproveitou o momento para também conceder uma entrevista exclusiva para RC TV Interativa, nesta rápida entrevista ao jornalista Roberto Carlos, Vesgo falou sobre o atual momento do país que vive uma crise econômica e reclamou da corrupção, dos políticos e sobretudo das manifestações violentas que ocorreram nos últimos anos. Rodrigo Scarpa completa neste ano 14 anos de Pânico na Band e já participou dos mais diferentes quadros de humor, entrevistas e humor. O atual é o ‘Talk Show de Rua’ que vem fazendo muito sucesso na tela da Band.

Veja os melhores momentos do evento! 

Imagens: Sandro Rogério

Produção: Roberto Carlos

Edição e finalização: Roberto Carlos

Apoio: Força Sindical

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