POLÍCIA MILITAR REALIZA OPERAÇÃO FORÇA METROPOLITANA EM 15 MUNICÍPIOS DA REGIÃO OESTE DE SÃO PAULO

A recente publicação dos dados consolidados da Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) do Gabinete da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e o acompanhamento da ferramenta de Gestão Operacional “Análise Criminal Web”, que tem por objetivo monitorar os indicadores criminais de toda a região metropolitana, demonstraram o recrudescimento de alguns indicadores criminais, especialmente os roubos outros, roubos de carga e latrocínio.

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Como estratégia para o controle desses indicadores e para seguirmos como uma Polícia profissionalmente correta, socialmente justa e eticamente aceitável, seguindo as diretrizes do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi desenvolvido um plano de ação entre os dias 1º de abril e 9 de julho de 2017, totalizando 100 dias de atividades voltadas a melhora da sensação de segurança, com ênfase na ampliação de esforços para as atividades preventivas, especialmente nos delitos contra a vida e contra o patrimônio, para assim proporcionar o aumento da percepção de segurança nas comunidades dos 38 (trinta e oito) Municípios da Região Metropolitana de São Paulo.
Desse modo, o Comando de Policiamento Metropolitano realiza hoje simultaneamente com todos os Comandos Regionais da Região Metropolitana, a Operação Força Metropolitana Simultânea, que terá início às 15h00 e será encerrada às 23h00.

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A Operação Força Metropolitana Simultânea ocorrerá em todos os batalhões do CPA/M-8 (Comando de Policiamento de Área Metropolitana Oito), englobando os seus quinze municípios de forma concomitante, objetivando a inibição da prática de eventos delituosos e consequente diminuição dos indicadores criminais, como roubo de veículos, roubo outros e roubo de carga, através da atividade de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com 40 pontos de visibilidade, 27 pontos de saturação e 09 pontos de bloqueio.

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O CPA/M-8 mobilizou para essa Operação de Grande Envergadura 470 policiais militares sendo que 183 deles pertencem ao Batalhão Ômega que fortalecerá a atuação da Polícia Militar nas ruas de Osasco e região.

MPF denuncia ex-governador Sérgio Cabral e mais seis por corrupção na saúde do RJ

ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e outras seis pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva e ativa e organização criminosa por irregularidades cometidas na Secretaria Estadual de Saúde, entre 2007 e 2014.

Além do ex-governador, César Romero, Carlos Miranda, Carlos Bezerra, Sérgio Côrtes, Miguel Iskin e Gustavo Estellita são acusados pela Força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro de pagar ou receber propina para fraudar contratos da área de saúde.

Segundo a denúncia oferecida à 7ª Vara Federal Criminal, a Operação Fatura Exposta identificou que a organização criminosa liderada por Cabral, que cobrava 5% sobre todos os contratos firmados pelo Estado, também atuava na área da saúde.

As investigações indicam que Miranda e Bezerra eram os encarregados de distribuir a propina paga pelos empresários, em um total de mais de R$ 16,2 milhões, conforme demostram anotações feitas pela própria organização criminosa.

Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Gustavo Estellita foi levado por agentes da Polícia Federal e deixou o prédio onde mora por volta das 7h50 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o esquema, operado por Côrtes e por Romero, ex-secretário e subsecretário da pasta, direcionava as licitações de serviços e equipamentos médicos ao cartel organizado por Miguel Iskin e Gustavo Estellita, sócios nas empresas Oscar Iskin Ltda. e Sheriff Serviços e Participações.

Ainda segundo o MPF, os empresários eram os responsáveis por trazer ao país as empresas estrangeiras que participavam das licitações internacionais, que eram divulgadas apenas no Brasil. As empresas se articulavam entre si, fazendo um rodízio onde todas eram beneficiadas. Os denunciados sabiam quanto cada empresa cobraria pelos produtos antes mesmo de sair a cotação do pregão internacional.

Além de Cabral, o ex-secretário e o subsecretário também recebiam, respectivamente, 2% e 1% sobre os valores dos contratos da saúde. Os pagamentos eram recebidos e repassados pelos operadores mensalmente e variavam entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

A denúncia oferecida à 7ª Vara Federal refere-se apenas aos crimes de corrupção passiva, ativa e de organização criminosa na área de saúde durante a gestão de Cabral. As demais condutas criminosas da organização capitaneada pelo ex-governador ainda serão objeto de denúncias posteriores da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Varredura apreende 4 mil armas em 13 presídios de 5 estados

As Forças Armadas fizeram uma varredura em 13 presídios de cinco estados desde o início do ano, após os massacres que deixaram mais de 130 mortos em apenas 15 dias. O balanço aponta que foi encontrada uma arma branca para cada três presos.

O levantamento divulgado pelo jornal O Globo indica que foram localizadas 4.203 facas, estacas, arames, tesouras, entre outros materiais, nas cadeias vistoriadas que abrigam 11.829 detentos.

Além disso, a varredura encontrou uma arma de fogo, de fabricação caseira, 316 celulares, 163 chips e 238 acessórios de telefone (como fone de ouvido e carregador). Outros itens apreendido foram: trouxas (92), tabletes (18) de drogas, dois rádios transmissores, 66 televisores e 83 antenas improvisadas, 40 fogões ou fogareiros improvisados e três botijões de gás.

Raul Jungmann, ministro da Defesa, disse em entrevista ao Globo que a quantidade e a diversidade de material encontrado dentro das cadeias mostra um conluio tácito entre o poder público e as organizações criminosas, baseado na “corrupção institucionalizada”.

“Fica evidente que em alguns estados há um acordo não escrito entre a administração penitenciária e o crime organizado. Como esse material todo entra nas cadeias? Há uma leniência”, avaliou o ministro.

O ministro destacou ainda que os gestores estaduais devem manter as cadeias vistoriadas “limpas”. Jugmann considerou também que novos massacres podem se repetir caso as armas brancas continuem a ser introduzidas nos presídios em que a falta de vagas dificulta o controle.

A publicação destaca que o Complexo Prisional Anísio Jobim, em Manaus, foi o presídio com o maior número de armas brancas apreendidas. 56 presos morreram na unidade após massacre no início deste ano.

A operação de varredura das Forças Armadas em presídios de cinco estados custaram R$ 10,1 milhões aos cofres públicos. 4.602 militares trabalharam usando equipamentos de raio-x, detectores de metal, cães farejadores, câmaras telescópicas e detectores de uso de celular.

Entre os principais problemas descobertos pela operação estão a falta de bloqueadores de celular nos estabelecimentos, celas e instalações inseguras, falta de locais para visitas, contato entre presos do regime semiaberto e aberto, guaritas parcialmente desguarnecidas e serviços internos prestados por detentos devido à ausência de agentes penitenciários.

Bombeiros procuram por corpo de adolescente estrangulada e jogada no rio Tietê

O Corpo de Bombeiros retomou nesta segunda-feira (15) as buscas pelo corpo da jovem Isabela Ferreira, de 17 anos, que foi estrangulada e jogada no rio Tietê, em Itu (SP), no domingo (14). O cunhado dela é suspeito confesso de cometer o crime.
Bombeiros fazem buscas pelo corpo de Isabela Ferreira, de 17 anos (Foto: Reprodução/Facebook)
Bombeiros fazem buscas pelo corpo de Isabela Ferreira, de 17 anos (Foto: Reprodução/Facebook)
 Ao todo, sete bombeiros foram mobilizados para o trabalho e se dividiram em equipes. Uma delas procura pelo corpo da jovem entre pedras e vegetação com o apoio de cães farejadores, em Itu. Outra equipe faz buscas com um barco no trecho do rio que passa em Salto, nas proximidades da barragem.
 
O cunhado da vítima, suspeito de cometer o crime, foi preso na madrugada de domingo (14), e, segundo a polícia, confessou que tentou estuprar a jovem e a matou. Horas depois da confissão, o jovem, de 20 anos, se matou dentro da delegacia.
Segundo a Polícia Militar, a família de Isabela Ferreira, de 17 anos, acionou a corporação na noite de sábado (13) para informar o desaparecimento dela. Testemunhas disseram que a adolescente tinha sumido após entrar em um carro branco.
No bairro Potiguara os policiais foram informados que o veículo pertencia ao cunhado da vítima. Na casa dele, os PMs estranharam o nervosismo do rapaz e vasculharam o veículo. Foram encontradas manchas de sangue na porta do passageiro e marcas de sapato no painel. Indagado novamente, o rapaz confessou que tentou estuprar a cunhada e, como não conseguiu, a estrangulou.
 
A vítima teria sido atraída por uma mensagem enviada do celular da irmã dela, mas o aparelho foi usado pelo criminoso. Ele disse que, depois do crime, acreditando que a jovem estava morta, foi até a Estrada Parque e jogou o corpo dela no rio Tietê.

Morte na delegacia

O criminoso foi indiciado por estupro tentado e feminicídio. Porém, horas depois de ser levado para a delegacia, se matou. De acordo com a Polícia Civil, ele se enforcou com o cadarço do próprio tênis.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que abriu um inquérito policial e a Corregedoria Auxiliar de Sorocaba (SP) acompanha as investigações.

Bombeiros fazem buscas pelo corpo da adolescente de 17 anos morta em Itu (Foto: Eduardo Rodrigues/TV TEM)Bombeiros fazem buscas pelo corpo da adolescente de 17 anos morta em Itu (Foto: Eduardo Rodrigues/TV TEM)

Fonte: TV Tem

Projeto torna crime divulgar ou compartilhar notícia falsa na internet

A pena prevista pelo texto é de detenção de 2 a 8 meses e pagamento de 1,5 mil a 4 mil dias-multa.

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A Câmara dos Deputados analisa proposta (PL 6812/17) que torna crime a divulgação ou compartilhamento de notícia falsa ou “prejudicialmente incompleta” na internet.

A pena prevista pelo texto é de detenção de 2 a 8 meses e pagamento de 1,5 mil a 4 mil dias-multa (valor unitário a ser pago pelo réu a cada dia de multa determinado pelos magistrados), que serão revertidos para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.

O autor do projeto, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), alega que a rápida disseminação de informações pela internet tem sido um campo fértil para a proliferação de notícias falsas ou incompletas.

“Esses atos causam sérios prejuízos, muitas vezes irreparáveis, tanto para pessoas físicas ou jurídicas, as quais não têm garantido o direito de defesa sobre os fatos falsamente divulgados”, argumenta.

Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, depois, pelo Plenário da Câmara.

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Fonte: camara.leg.br

Nove pessoas são mortas em duas chacinas em São Paulo

Nove pessoas foram assassinadas em duas chacinas ocorridas entre a noite de terça-feira (4) e a madrugada desta quarta (5), em São Paulo. Os crimes ocorreram em locais distantes entre si: um na Zona Sul e outro na Zona Norte. Os casos já foram encaminhados para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca a identidade dos criminosos.

Seis pessoas morrem em chacina no Jaçanã, Zona Norte de São Paulo (Foto: Nivaldo Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Seis pessoas morrem em chacina no Jaçanã, Zona Norte de São Paulo (Foto: Nivaldo Lima/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Segundo boletim de ocorrência, por volta da meia-noite, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência sobre disparo de arma de fogo na Rua Carualina, 56, no Campo Limpo, Zona Sul da capital. No local, encontraram morto Wizmael Dias Correa, 19 anos, e a testemunha Wesley Francisco de Lima, 29 anos . Wizmael morreu com dois disparos de arma de fogo no rosto. Ele chegou a ser levado ao hospital do Campo Limpo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Segundo depoimento da testemunha Wesley, ele pilotava uma moto, quando percebeu que estavam sendo acompanhados por uma motocicleta Honda. Ele tentou fugir, mas na Rua Carualina o garupa Wizmael se assustou e desceu da moto. Neste momento, o garupa da outra moto sacou uma arma e atirou contra Wizmael sem falar nada, acelerou e fugiu.

Aproximadamente meia hora depois, ainda segundo o boletim de ocorrência, a PM recebeu a informação de que outros dois homens entraram no Hospital Campo Limpo com ferimentos por ama de fogo. Johnny Felipe Nascimento, 24 anos, e Vinicius Aparecido Paula Guedes, 20, que não resistiu e morreu. As vítimas foram baleadas na Rua Professora Nina Stocco, 10, próxima à Rua Carualina.

Johnny disse aos policiais que estava entregando pizza e parou no local para pedir informações quando uma motocicleta Honda com dois homens passou atirando. Johnny afirmou que não conhece as pessoas que estavam no local e somente parou para pedir informações, quando foi atingido pelo tiro na mão.

Uma terceira vítima, Kayke Santos Moreira, 19, foi encontrado morto na própria Rua Professora Nina Stocco.

Para policiais militares ouvidos pelo G1, os locais são pontos de tráfico de drogas e há a suspeita de que os crimes envolvam disputas entre traficantes pelo controle de locais de venda.

Um amigo dos dois jovens mortos afirmou, no entanto, que eles não eram traficantes. “Suspeito que tenha sido coisa dos pés de pato [policiais militares considerados matadores de aluguel e justiceiros]”, disse.

Do outro lado da cidade, no Jaçanã, na Zona Norte, seis pessoas foram mortas e três ficaram feridas. Testemunhas contaram ter visto dois homens em uma moto fazerem os disparos contra pessoas que estavam em um bar na Rua Antonio Sérgio de Matos. Os assassinos fugiram. Os sobreviventes da chacina foram levados ao Hospital São Luiz Gonzaga.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que está investigando os casos. “O DHPP investiga as duas ocorrências de homicídios múltiplos, que aconteceram na noite de terça-feira (4), no Jaçanã e no Campo Limpo. Na primeira, seis pessoas morreram e outras três foram socorridas à hospitais da região. Já na ocorrência da zona sul, três pessoas morreram, uma ficou ferida e outra saiu ilesa. Policiais estão nas ruas a fim de coletar provas que ajudem na identificação dos criminosos”, diz a nota

Com informações do G1

Policial e preso são feridos durante luta dentro de carro da polícia em São Paulo

Um policial civil e um suspeito de roubo ficaram feridos, na manhã desta quarta-feira (29), após entrarem em luta corporal dentro de um carro da polícia na marginal de Tietê, perto da ponte do Piqueri, na zona oeste de São Paulo.

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A confusão aconteceu por volta das 10h30, quando dois policiais levavam o suspeito a uma audiência de custódia no Fórum da Barra Funda (zona oeste). Segundo a Secretaria de Segurança Pública, no caminho, o preso reagiu e tentou tomar a arma do policial, que foi atingido.

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O suspeito, que tinha sido preso em flagrante por roubo de veículo, porte ilegal de arma e resistência, também foi baleado na disputa. Ele foi encaminhado para a Santa Casa, enquanto o policial foi para o Hospital das Clínicas.

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O estado de saúde dos dois não foi informado. A Secretaria de Segurança não soube informar se o preso estava algemado durante o percurso.

Segundo a pasta, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou um procedimento administrativo para apurar o ocorrido. O caso também foi registrado no 33º DP (Pirituba).

Confira vídeo exclusivo mais abaixo!